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O MERCADO É O CAMPO DE BATALHA DO EMPREENDEDOR



Você já imaginou quantos negócios, ideias e projetos considerados bons foram descontinuados?


Uma das causas é o modelo vigente e praticado na educação e na sociedade.

As pessoas são incentivadas a terem suas ideias e propostas, desenvolverem as aplicações ou soluções, e apenas depois de concluídas as tarefas disponibilizarem aos usuários e ao mercado.

O desenvolvimento normalmente é precedido por uma pesquisa sem muito aprofundamento técnico e conceitual. A afirmação comum é: “Se eu preciso outros também precisam!”.

Na prática observamos que nos primeiros anos em torno de 75% dos negócios não conseguem sobreviver.

Existem várias teorias e estudos que mais focam nas consequências do que nas causas desta situação.


O empreendedor no estágio inicial do negócio normalmente está envolvido na construção de bons relacionamentos e na atuação pessoal na gestão do seu empreendimento. Com o passar do tempo e crescimento dos negócios ele delega algumas de suas atividades e se distancia dessas funções. O mercado se torna um dos fatores a serem considerados em suas reuniões com a equipe. O tempo para o relacionamento pessoal com seus clientes se torna cada vez mais escasso. Os setores comercial e atendimento que assumem esta responsabilidade.

A média de reclamações ou não conformidades são apresentadas com algumas análises, geralmente superficiais ou medianas, para a tomada de decisão.

Basear-se apenas em Média é algo muito perigoso. Ela é uma referência não uma verdade absoluta.

É preciso considerar outros fatores.

Imagine uma situação em que uma amostra de 100 clientes apenas 5% estão muito insatisfeitos e a média de satisfação é maior que 80% atendendo as metas estabelecidas. Entretanto, nestes 5% se encontram os clientes que concentram mais de 30% do receita da empresa. Se nada for feito, estes clientes certamente mudarão de fornecedores e provocará um grande impacto negativo no resultado da empresa. Daí a importância na definição de métricas de acompanhamento e avaliação.

O empreendedor jamais pode ficar distante do mercado onde atua.

Deve designar profissionais que tenham sensibilidade e conhecimentos técnico-analíticos para identificar sinais, informações e mudanças do mercado e de sua carteira de clientes.

A oferta de soluções, produtos e serviços por novos entrantes é cada vez mais comum e acessível, merece um acompanhamento constante e pessoal do empreendedor.

Concluindo, o empreendedor é um guerreiro que deve sempre atuar no seu campo de batalha: O MERCADO.


Floriano - Consultor associado da EJ2 Consultoria


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